Coordenador : Andreza Aparecida Franco Câmara
Ano: 2017
Publico Alvo : Estima-se que cerca de 550 (quinhentos e cinquenta) pessoas vinculadas ou próximas às famílias de quilombolas dos territórios trabalhados neste Projeto se beneficiarão do ambiente de trocas, aprendizado, ações e práticas desenvolvidas de ensino, pesquisa e extensão em uma abordagem multidisciplinar na área de atuação do Norte Fluminense, com destaque para Macaé e Quissamã.
Local de atuação: MDI
Resumo
Os(as) africanos(as), no Brasil, conseguiram preservar uma parcela da herança cultural. Todavia, apesar de ter sido pequena, essa herança africana, somada à indígena, deixou para o Brasil, no plano ideológico, uma singular fisionomia cultural. Dessa forma, para que as pessoas do rural e do rural remanescente quilombola tenham acesso a educação escolar e qualidade nesta, é preciso a valorização da diversidade no contexto escolar e um trabalho coletivo entre instituição de ensino e outros órgão municipal. Nessas perspectivas, entendesse que ações extensionistas podem colaborar para inclusão educacional a partir da troca de experiências entre as escolas rural e quilombola.A população negra sofre constantemente preconceitos relacionados à sua pele, condição social ou simplesmente pelo desconhecimento das origens culturais e religiosas de matriz africana. Assim, sabendo que a participação popular é decisiva para o sucesso das ações de preservação da memória e do patrimônio, e que cabe ao Estado esclarecer, informar e dar transparência da sua atuação, estimulando os diversos segmentos sociais a participar desse processo. Pensamos que a escola é lugar privilegiado para que essas ações ocorram e sejam divulgadas. . Dessa forma a pretensão é levar o ensino em forma de extensão para escolas da comunidade rural e quilombola.