Coordenador : Kleber Santos de Mendonça
Ano: 2018
Publico Alvo : Público Atendido diretamente pela execução da ação: - Jovens moradores das Comunidades do Chapéu Mangueira, da Babilônia, do Cantagalo e do Pavão-Pavãozinho, no Rio de Janeiro; - Alunos de diversos cursos da UFF interessados em participar das ações de capacitação a serem desenvolvidas nas referidas comunidades, especialmente as graduações de Estudos de Mídia, Produção Cultural, Serviço Social e Comunicação Social. - Público das comunidades do Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e Baixada Fluminense, para quem serão destinados os conteúdos midiáticos a serem produzidos e compartilhados no portal do Projeto.
Local de atuação: GEC
Resumo
Em seu quinto ano de execução, a ação passa a integrar o Programa Universidade pública e direito à cidade: assessoria aos movimentos sociais no Estado do Rio de Janeiro, , uma parceria do NEPHU-UFF; do grupo de pesquisa Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Favelas e Espaços Populares (NEPFE), formado por professores da Escola de Serviço Social; de grupo de pesquisa do IACS; do Observatório de Direitos Humanos da Faculdade de Direito da UFF de Volta Redonda; da UFRRJ; Fórum de Luta pela Moradia de Niterói e São Gonçalo e Conselho Popular do Rio de Janeiro e do Nucopo, Chapéu Mangueira e Babilônia. Nossa contribuição para o Programa consiste em a auxiliar na promoção da capacitação técnico-midiática doe moradores de Niterói, São Gonçalo, Rio de Janeiro e Volta Redonda em luta pelo direito à moradia e à cidade. O projeto estimulará a criação de conteúdos comunicacionais audiovisuais a serem disponibilizados e compartilhados em plataformas multimídias, de modo a registrar e divulgar as ações implementadas pelos moradores e pelo Programa. Também vamos criar condições técnicas para que conteúdos sejam pensados, produzidos e compartilhados pelos próprios moradores atendidos. A partir da promoção de encontros de debate, capacitação técnica e reflexão crítica, a serem realizados na universidade e nas localidades, o projeto também propõe a leitura crítica dos instrumentos de comunicação do Poder Público junto às comunidades de modo a estabelecer uma rotina de tradução textual das informações técnicas para que os conteúdos possam ficar mais acessíveis aos mais diferentes públicos.