Coordenador : Rosa Malena de Araújo Carvalho
Ano: 2018
Publico Alvo : Professorxs Licenciadxs em Educação Física, Pedagogia e Letras; Gestorxs da Educação Básica, das Redes Públicas Municipais e Estadual, atuantes na EJA. Dez por cento (10%) das vagas estarão destinadas aos Licenciandxs em Educação Física e Pedagogia.
Local de atuação: GEF
Resumo
O acesso e permanência à escola, para todos, ainda não se consolidou no Brasil. Nesse movimento, elementos curriculares - como a educação física - têm sido negados ou com oferecimento restrito. O que vai de encontro à concepção ampla de currículo (com todos os elementos curriculares, com o maior número possível de seus conteúdos, em diálogo com as outras áreas do conhecimento) e; a inclusão dos alunos e alunas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) como parte do direito pleno à escolarização. Muitos naturalizam as condições que marcam os sujeitos da EJA, os colocando como culpados por sua baixa escolarização e negando a formação, no Brasil, de uma população filha de escravos de ontem. Destacando que 10% da população brasileira é analfabeta, reconhecemos o papel das Universidades para que esses jovens e adultos tenham direito aos estudos e que, ao exercê-lo, acompanhado de deveres que o estudar carrega, suspenda as previsibilidades que determinam seu futuro. Ideia que requer reforços na formação docente (para essa Modalidade) e, ao mesmo tempo, pode causar diferentes impactos sociais: pela história da EJA reconhecer uma dívida social com parte da população; por identificar que o tempo e o lugar para estudar também é formação humana; por poder quebrar a previsibilidade que coloca muitos jovens em situações de riscos). O corpo e as práticas corporais podem fazer parte desse processo, como elementos do universo da cultura corporal socialmente construída e, como uma das linguagens da vida em sociedade.