Coordenador : Sandra Mara Silva Brignol
Ano: 2018
Publico Alvo : Profissionais e graduandos dos cursos da área da saúde, professores, gestores e demais interessados sobre a temática da saúde da população LGBTI
Local de atuação: MEB
Resumo
O cenário atual da saúde das pessoas transgênero mostra a negligência generalizada aos problemas gerais e específicos de saúde desta pessoas. O quadro de vulnerabilidade (Social, Individual e programática) agrava mais o cenário brasileiro em relação a implementação das políticas públicas voltadas para atender as demandas de saúde para as pessoas transgênero e travestis. Diante deste contexto existe a necessidade de que os serviços e profissionais de saúde conheçam as especificidades e demandas de saúde. Também a questão do acolhimento nos serviços de saúde é problemática, pois devido ao estigma e discriminação demonstrado por muitos profissionais de saúde afastam estas pessoas destes serviços, bem como dificultam o acesso . Soma-se a estas questões o fato de que as diretrizes curriculares do ensino na graduação de Medicina, desde 2014, indicam a abordagem de conteúdos que atendam o caráter transversal e interdisciplinar do ensino, mesmo assim existe resistência na implantação dessa abordagem. Com isso nós propomos uma discussão para inserir aspectos da saúde das pessoas transgênero e travestis no ensino de Medicina da UFF.