Coordenador : Cristina Lucia Maia Coelho
Ano: 2019
Publico Alvo : O público alvo envolve alunos com deficiência intelectual e/ou do desenvolvimento do ensino fundamental de escolas públicas da Fundação Municipal de Educação de Niterói, Rio de Janeiro. Professores, Pais e responsáveis dos alunos NEES acompanharão as aç
Local de atuação: SFP
Resumo
O Brasil vem se destacando na última década pelos investimentos no que se refere ao direito de todos à educação, estabelecido pela constituição de 1988 e fundamentados no paradigma da inclusão e dos direitos humanos. Entretanto a transformação dos sistemas educacionais em sistemas educacionais inclusivos ainda precisa avançar. O paradigma da educação inclusiva rompe com uma trajetória de exclusão e segregação das pessoas com deficiência, alterando as práticas educacionais para garantir o acesso e permanência na escola regular e da disponibilização do atendimento especializado. Considerando o desenvolvimento cognitivo de alunos com deficiência intelectual, Paour (1992) relata que há evidencias que apontam que tais sujeitos são caracterizados por uma relativa plasticidade desenvolvimental e que condições específicas de indução constituem um instrumento efetivo para ajuda às pessoas com deficiência a terem acesso a um nível de pensamento operatório concreto que não conseguiriam espontaneamente. Nesta perspectiva, o projeto tem como objetivo realizar intervenções psicopedagógicas - via softwares educativos como o Alfafônico e o GCompris, material concreto como a Caixa lógico-simbólica, escala de Cusinaire e outros instrumentos lúdicos - visando o desenvolvimento cognitivo em especial nas dimensões linguísticas e no raciocínio lógico de alunos com Deficiências Intelectual e do Desenvolvimento (DID). O recorte teórico e metodológico é baseado nos pressupostos da avaliação interativa/dinâmica, no conceito de zona de desenvolvimento proximal (Vygotsky), na teoria da aprendizagem mediada (Feuerstein) e na teoria ecológica de Bronfenbrenner.