Coordenador : Marco Antonio Araujo Leite
Ano: 2019
Publico Alvo : Alunos da graduação e pós-graduações dos cursos de medicina; enfermagem; nutrição; odontologia; educação física, biomedicina; psicologia; psicologia e farmácia. Profissionais das áreas de Ciências da Saúde, Saúde Coletiva, Saúde Pública, Medicina, Cirurgia, Enfermagem, Farmácia, Odontologia, Nutrição, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Educação Física; Educação; Engenharias; Ciências Exatas e da Terra; Ciências Biológicas; Ciências Sociais e Aplicadas; Ciências Humanas; Psicologia. Pessoas que padecem de distúrbios do movimento, seus cônjuges, familiares e cuidadores. Sujeitos interessados em desordens do movimento que sejam moradores de Niterói.
Local de atuação: MMC
Resumo
A OMS, considera as Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) como um grave problema de saúde. Isso se deve às elevadas taxas de prevalência e de mortalidade e aos altos gastos com a prevenção e o tratamento das mesmas. O Ministério da Saúde brasileiro determina como premente, o desenvolvimento de ações relativas às DCNT, no que diz respeito à atenção centrada na pessoa e na família, à atenção multiprofissional, à educação permanente, dentre outras. O movimento humano é gerado e desenvolvido pelo sistema nervoso. O mal funcionamento desse sistema, pode acarretar nas disfunções dos movimentos, dentre as quais as Desordens do Movimento (DM). A Doença de Parkinson (DP), a forma mais emblemática de DM é classificada como DCNT. O cenário da DP nos convoca a construção de formas de cuidar que inclua a singularidade do paciente, da sua família e de seus cuidadores. Nesta direção, a narrativa (direta e indireta) que se estabelece entre profissional de saúde e paciente, é reconhecidamente um recurso que permite uma maior aproximação e construção de vínculo. Essa condição permite o foco de elementos relacionados aos processos de adoecimento. O trabalho com pessoas com DP, seus familiares e cuidadores, bem como com profissionais de saúde que os acolham, consiste na possibilidade de construção de outras formas de compreender a DP e inovar no ensino em saúde, desenvolver estratégias para cooperação intra e interinstitucional, criar e desenvolver terapêuticas inovadoras, amplificar a produção científica, estimular ações do poder público, como leis, e realizar inquéritos epidemiológicos.