Coordenador : Valdelúcia Alves da Costa
Ano: 2019
Publico Alvo : 4.1.Em âmbito institucional ► oferta de disciplinas optativas/eletivas sobre bullying, discriminação, educação em direitos humanos e inclusão nos cursos de graduação em Pedagogia e pós-graduação em educação como contribuição à formação dos estudantes quanto a esses temas; ► oferta de disciplinas optativas e/ou eletivas nos cursos de Graduação e Pós-Graduação, cursos de extensão e/ou formação continuada para professores da educação básica no município no qual se localiza a universidade, possibilitando ações conjuntas entre os pesquisadores e os profissionais do ensino fundamental, em um esforço conjunto de aproximação entre as universidades e as escolas. ► oferta de atividades, tais como encontros, palestras e/ou cursos de extensão, para os estudantes das escolas participantes da pesquisa sobre a temática da pesquisa. As disciplinas e/ou cursos ministrados terão os seguintes eixos norteadores: bullying, preconceito, discriminação, educação em direitos humanos e inclusão com os objetivos de identificar as diversas formas de violência, sua relação com as hierarquias escolares com vistas à intervenção, prevenção na escola e as possibilidades da educação inclusiva. Os cursos ofertados terão como produtos monografias de graduação, dissertações de mestrado e doutorado. Em âmbito nacional A coleta de dados relacionados à violência escolar será realizada em bancos de dados oficiais, tais como: IBGE, PNAD, Censo Demográfico, Censo escolar, SIM/DATASUS, SINESP, Conselhos Tutelares e CREAS (Centros de Referência Especializada de Assistência Social). Este conjunto de dados será dividido entre os grupos de trabalhos compostos pelos participantes que poderão apresentar esses indicadores nos encontros presenciais.
Local de atuação: SSE
Resumo
A criação do Observatório de Educação: violência, inclusão e direitos humanos na universidade federal fluminense - UFF, vinculado ao Projeto de Pesquisa/CNPq ‘Violência Escolar: discriminação, bullying e responsabilidade’ está em consonância com a demanda e a urgência de se identificar, problematizar e combater o bullying, a manifestação do preconceito e contribuir na superação do pensamento estereotipado em relação às minorias vítimas do preconceito na escola, no trabalho, como também em outras instâncias sociais. Como espaços de formação, reflexão e possibilidades de resistência à sua manifestação na sociedade, que ainda obsta a educação que humanize e afirme os direitos humanos como seu eixo norteador, a criação desse observatório pode contribuir à formação das pessoas e ao debate de propostas alternativas de enfrentamento e superação da violência na escola, contribuindo tanto para o desenvolvimento social quanto do indivíduo, em um movimento contrário à violência, à discriminação e ao bullying, marcas da sociedade na qual impera a competitividade nas relações humanas e a exclusão dos indivíduos, considerados inaptos à convivência na escola e demais instâncias sociais.