Coordenador : Rita de Cássia Martins Montezuma
Ano: 2020
Publico Alvo : Comunidades tradicionais que têm sua sobrevivência garantida através de atividades extrativistas, especialmente a cata de caranguejos e pesca, artesãos, agricultores, produtores de mel, dentre outros.
Local de atuação: GGE
Resumo
A Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapi-Mirim encontra-se na região metropolitana do Rio de Janeiro, e é responsável pela gestão do maior remanescente de manguezais no entorno da Baía de Guanabara. A APA possui extensão de cerca de 14 mil ha, abrangendo manguezais, área marinha, poucas propriedade rurais e pequenos adensamentos urbanos nos municípios de São Gonçalo, Itaboraí, Guapimirim e Magé. No interior da APA de Guapi-Mirim encontra-se a Estação Ecológica (ESEC) da Guanabara, criada em 2006, constituída sobretudo por manguezais e rios, ocupando uma área de aproximadamente 2 mil ha (figura abaixo). Essas duas unidades de conservação (UCs) possuem gestão compartilhada, otimizando recursos, sendo administradas pelo governo federal, através do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia ligada ao Ministério do Meio Ambiente. A região é povoada por algumas comunidades tradicionais que têm sua sobrevivência garantida através de atividades extrativistas, especialmente a cata de caranguejos e pesca. Devido à escassez crescente dos recursos explorados, algumas pessoas se encontram atualmente em condição de vulnerabilidade social. A pandemia causada pelo vírus covid19 tornou a condição de vida dessas comunidades ainda mais frágil, considerando a dificuldade de comercialização dos seus produtos e serviços. A ideia da presente proposta é desenvolver um site que ajude pescadores artesanais, pequenos produtores rurais, artesãos, prestadores de serviços ecoturísticos e outros profissionais a comercializar melhor seus produtos. Idealizamos uma plataforma simples e emergencial, que ajude essas pessoas ainda durante a quarentena provocada pela pandemia do covid19.